PCP exigiu explicações ao Governo sobre um contrato

Ontem, o PCP exigiu explicações ao Governo sobre um contrato “especificamente alterado” para incluir a Linha Circular do Metro de Lisboa, assinado num sábado e 2 dias depois da Assembleia da República ter aprovado dar prioridade à ligação a Loures e a Alcântara/Zona Ocidental de Lisboa.
Segundo os comunistas, o contrato “acabou por ser alterado para passar a incluir as 2 novas estações – Estrela e Santos”, aumentando o valor base em 9 milhões de euros, ascendendo assim aos 136,5 milhões de euros.
O PCP afirma que “é diferente fazer um concurso público e uma abordagem técnica sobre diversas propostas, ou realizar, ao sábado, a assinatura de um contrato para adjudicação relativamente a um momento concreto em que o Parlamento aprova a suspensão do financiamento para aquela obra”.
Entretanto, o Metropolitano de Lisboa reagiu à denúncia dos comunistas, afirmando que o contrato celebrado no passado sábado “tem por objeto a aquisição de material circulante e de sistema de controlo dos comboios”, pelo que “é independente do projeto da Linha Circular”

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